35 anos, quatro histórias e um país inteiro dentro do Mac

Há coisas que reconhecemos imediatamente. Uma fachada. Um sabor. Um pedido. Uma mesa onde já nos sentámos dezenas de vezes. Mas, quando olhamos com mais atenção, percebemos que por trás de cada uma delas há uma história.

Foi isso que “Mac por Portugal” se propôs descobrir, no ano em que a McDonald’s celebra 35 anos em Portugal: o que acontece quando uma marca global cresce dentro de um país e começa, também ela, a ganhar sotaque, hábitos e memórias locais.

Durante quatro episódios, Carolina Torres percorreu Portugal à procura das histórias que ajudam a explicar como uma marca global se tornou tão portuguesa. Encontrou um restaurante com história, uma carreira de 35 anos, o tomate português que se transforma em ketchup e atravessa fronteiras, e uma tradição familiar.

A viagem começou no McDonald’s Imperial, o restaurante McDonald’s que é considerado o mais bonito do Mundo. Instalado no antigo Café Imperial, o restaurante mantém características arquitetónicas e elementos Art Déco que fazem parte da identidade daquele espaço emblemático da cidade.

Na segunda paragem, Carolina encontrou Jorge Ferraz. Entrou na McDonald’s há 35 anos como funcionário de restaurante, passou por diferentes funções, chegou a diretor-geral da McDonald’s Portugal, teve uma experiência internacional nos Estados Unidos e tornou-se depois franquiado. Tudo isto tinha de caber num desafio: contar 35 anos de carreira antes de o pedido chegar à segunda janela do McDrive.

O terceiro episódio levou Carolina a descobrir a origem do ketchup utilizado pela McDonald’s. Entre campos de tomate, percebeu que aquilo que começa num produto português pode acabar muito mais longe: o tomate da Kagome Foods Portugal está na origem do ketchup utilizado pela McDonald’s em Portugal, mas também em mercados como França, Irlanda e Marrocos.

A última paragem levou a Carolina a conhecer um pai e um filho que mantêm há anos o hábito de almoçar juntos no mesmo restaurante McDonald’s. Todas as semanas. A mesma rotina. O mesmo espaço. Provavelmente, em muitos casos, o mesmo pedido. Não há nenhuma grande ocasião a celebrar. E é precisamente isso que torna a história especial.

No fim, a resposta estava nas histórias

Quatro episódios. Quatro lugares. Quatro histórias muito diferentes. Mas todas contam, à sua maneira, a mesma história: a de uma marca que, ao longo de 35 anos, foi criando relações com os lugares onde está, com quem trabalha consigo, com quem produz para si e, sobretudo, com quem entra pela sua porta.

“Mac por Portugal” mostrou-nos um McDonald’s que talvez já conhecêssemos sem nunca termos parado verdadeiramente para o olhar. O Mac dos edifícios que respeitam a cidade.

O dos ingredientes portugueses que chegam mais longe. O das pessoas que construíram carreiras inteiras. O das famílias e dos amigos que transformaram um restaurante num lugar de encontro.

E é por isso que celebrar 35 anos em Portugal é também celebrar tudo aquilo que aconteceu dentro e à volta do Mac durante este tempo. Porque uma marca pode chegar a um país. Mas só passa verdadeiramente a fazer parte dele quando começa a guardar as suas histórias.

35 anos depois, essas histórias são também nossas.

Não há Mac como o nosso.

Há histórias que não aparecem em nenhum menu. Carolina vai conhecer um pai e um filho que, todas as semanas, almoçam juntos no mesmo restaurante McDonald’s. 

É uma rotina simples. Tão simples que talvez seja precisamente por isso que seja especial. 

Há quanto tempo fazem isto? Como começou? Pedem sempre o mesmo? E porque continuam a voltar? São perguntas que parecem pequenas. Até percebermos que, às vezes, são precisamente estas pequenas rotinas que acabam por ocupar um lugar grande na nossa vida.

No fim de contas, a história da McDonald’s também é feita das histórias de todos nós.

Em Castanheira do Ribatejo, os campos de tomate contam uma história que atravessa fronteiras. 

É aqui que a Carolina Torres vai descobrir que o tomate português está na origem do ketchup que chega aos restaurantes McDonald’s de vários países, atravessando fronteiras até França, Irlanda e Marrocos. 

O que começa como uma visita a um fornecedor transforma-se numa história sobre exigência, qualidade e internacionalização. E sobre a capacidade de um produto português chegar muito mais longe do que imaginávamos. 

Apetece dizer: não há tomate como o nosso!

A viagem leva agora Carolina Torres a um restaurante McDonald’s para conhecer Jorge Ferraz, que começou a trabalhar na marca... há precisamente 35 anos. 

E Jorge vai ter de aceitar um desafio particularmente difícil: contar uma carreira inteira no tempo que demora a preparar um McFlurry!

Talvez seja preciso mais do que 60 segundos para perceber o que faz alguém construir uma carreira tão longa no mesmo lugar. Mas há pelo menos uma coisa que já sabemos: algumas histórias começam no primeiro dia de trabalho e continuam durante décadas.

A primeira descoberta começa num lugar que talvez não pareça, à primeira vista, o cenário mais óbvio para um restaurante McDonald’s. 

O McDonald’s Imperial conserva as principais características arquitetónicas do histórico Café Imperial, incluindo os seus elementos Art Déco. Um espaço que conta a história da cidade e que mostra como uma marca global pode escolher integrar-se num lugar em vez de simplesmente se impor a ele.

E a adaptação não fica pelas paredes. Também pode estar no menu. Naquilo que escolhemos comer. Em hábitos tão portugueses como... a sopa. E o pastel de nata. 

Bem-vindos ao McDonald’s mais bonito do mundo.

Há marcas que nos acompanham e que fazem parte das nossas rotinas e das nossas memórias.

Mas por trás de um restaurante, de um menu ou de uma escolha aparentemente simples, existe muito mais do que imaginamos. Para celebrar os seus 35 anos em Portugal, a McDonald’s decidiu fazer-se à estrada.

Ao lado de Carolina Torres, vai ao encontro de pessoas, lugares e histórias que mostram como uma marca global se tornou parte do dia a dia dos portugueses.

E há histórias que ainda estão por descobrir.

A McDonald’s faz parte de Portugal.

Está presente nas cidades, nos bairros e nas memórias dos portugueses. Nas refeições do dia a dia e nas ocasiões especiais.

Nos programas em família e com amigos, bem como naqueles pedidos que já sabemos de cor.

É uma marca que acreditamos conhecer bem. Mas quantas das suas histórias conhecemos realmente? 

Em vez de olhar para trás e contar a sua própria história, a McDonald’s vai à procura dela. Numa icónica carrinha pão de forma, Carolina Torres parte à descoberta de uma McDonald’s provavelmente menos conhecida, mas muito próxima de nós. Há uma pergunta que dá o mote a esta viagem:

(...) um ingrediente produzido em Portugal pode atravessar fronteiras". Uma experiência profissional pode tornar-se numa carreira de sucesso.

Um restaurante pode ajudar a contar a história de uma cidade. Um ingrediente produzido em Portugal pode atravessar fronteiras. Uma experiência profissional pode tornar-se numa carreira de sucesso. E uma mesa pode guardar ‘M’ bons momentos.

Quatro histórias. Quatro lugares. Quatro maneiras de perceber como uma marca global criou raízes em Portugal e passou a integrar o quotidiano dos portugueses. Carolina Torres vai descobri-las e, depois de as vermos, talvez percebamos que ainda havia muito por conhecer sobre o nosso Mac.

As nossas histórias nas redes.

Não há Mac como o nosso.